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21 de Outubro de 2021

Caminhão do Exército é apreendido com drogas na região de Campinas

Três militares foram presos após troca de tiros na rodovia Annhanguera. Veículo tinha cerca de três toneladas de maconha, segundo o Denarc.

Pedro Magalhães Ganem, Advogado
há 5 anos

Um caminhão do Exército carregado com drogas foi apreendido nesta madrugada de domingo (28), na rodovia Anhanguera, em Campinasx (SP), e dois militares foram presos. Segundo informações do Comando Militar do Sudeste, dentro do veículo estavam os cabos Higor Abdala Costa Attene e Maykon Coutinho Coelho.

O veículo estava carregado com cerca de três toneladas de maconha e houve troca de tiros durante a abordagem policial. A droga seria distribuída na região de Campinas. O caminhão apreendido tinha marcas de disparos nas portas, vidros quebrados e um pneu furado.

Caminho do Exrcito apreendido com drogas na regio de Campinas

Mais suspeitos

Um terceiro militar suspeito de participar teria fugido e foi encontrado nesta manhã pela Guarda Municipal em Cordeirópolisx (SP) com roupas do Exército e ferido.

Os guardas encaminharam o suspeito para a Santa Casa de Limeirax (SP) para tratamento e acionaram a Polícia Civil. Após receber alta, ele deve ser levado junto com os outros presos para São Paulo.

Em nota, o exército afirma que será instaurado um Inquérito Policial Militar para a apuração dos fatos e responsabilidades e que os envolvidos serão expulsos da coorporação.

Segundo Centro de Comunicação do Exército, o terceiro militar é o cabo Simão Raul, do mesmo regimento. Dois civis que teriam dado apoio à ação também foram presos na região.

Mato Grosso do Sul

Segundo o Comando Militar Sudeste, o veículo pertencia ao 20º Regimento de Cavalaria Blindado (20 RCB), de Campo Grandex, Mato Grosso do Sul (MS). Um inquérito policial será aberto para investigar o caso.

Na parte da tarde, a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), em São Paulo, disse que divulgará mais detalhes sobre a investigação em uma entrevista coletiva.

Caminho do Exrcito apreendido com drogas na regio de Campinas

Fonte: G1


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7 Comentários

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Será que realmente não precisamos rever a atual política de combate às drogas?
Quem é o traficante?
Até quando nos comentaremos em prender/matar pequenos vendedores de drogas a varejo, pensando que o problema eara sendo resolvido?
...?
...?
...? continuar lendo

Sem problema algum em discordar, @mestruybadahra .
Mas eu não acho certo imputar a responsabilidade do tráfico ao usuário.
O tráfico é de responsabilidade do Estado que mantém a conduta criminalizada.
Se não houvesse criminalização, não haveria tráfico.
Particularmente, acho utópico acreditar em uma sociedade sem drogas.
Ao invés de conscientizarmos as pessoas sobre as drogas, optamos por criminalizar logo a conduta.
Enfim, o debate é longo e complexo, sem dúvidas.

Um grande abraço! continuar lendo

Oi @pedromaganem , permita-me discordar dessa frase: "Se não houvesse criminalização, não haveria tráfico." Antes também quero ressaltar que contra fatos não há opiniões. Digo isso porque existe tráfico de bebidas alcoólicas, cigarros, fármacos e etc, mesmo sendo esses produtos legais. Mas certamente com a legalização e regulamentação do comércio, o cidadão que quer acabar com o comércio ilegal, tem a sua disponibilidade todos os meios para isso. Mas a questão das drogas, primeiramente, não deve ser combatida por causa do tráfico. Nós devemos, antes de tudo, classificar as drogas de forma científica, incentivar estudos e informações sobre riscos e maneiras mais seguras de uso. A satanização e proibição é a forma mais arcaica de se lhe dar com esse problema. continuar lendo

Deixa eu melhorar então, @lsdreamer , o tráfico na moldes como temos hoje.
Pq o tráfico de cigarro existe, mas é em uma proporção de danos tão menor que nem considero. Assim como o tráfico de bebidas.
Por isso, qnd disse sobre o tráfico, quis me referir a ele na forma, violência, agressividade que existe nos dias de hoje.
Talvez não tenha sido claro o suficiente.

Um grande abraço continuar lendo

Concordo contigo e acredito que os grandes arquitetos do crime do narcotráfico, tem forte influencia na política (vide Perrela) e alguns agentes públicos. continuar lendo

E o preso é o Zé da favela, com pouca quantidade de drogas. continuar lendo