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12 de Maio de 2021

Os Estados mais violentos do Brasil - versão 2015

Pedro Magalhães Ganem, Operador de Direito
há 6 anos

Os Estados mais violentos do Brasil - verso 2015

1º - ALAGOAS - 66,5 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 2.208

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 66,5

Variação com relação a 2013 (%) -3,5

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 320,13

2º - CEARÁ - 50,8 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 4.490

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 50,8

Variação com relação a 2013 (%) 0,6

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 192,19

3º - RIO GRANDE DO NORTE - 50,0 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 1.704

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 50,0

Variação com relação a 2013 (%) 3,9

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 219,20

4º - SERGIPE - 48,9 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais - 2014 // 1.086

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes - 2014 // 48,9

Variação com relação a 2013 (%) 12,8

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 333,83

5º - PARÁ - 44,8 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 3.618

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 44,8

Variação com relação a 2013 (%) 1,0

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 232,85

6º - GOIÁS - 42,9 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 2.796

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 42,9

Variação com relação a 2013 (%) -0,6

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 332,72

7º - MATO GROSSO - 42,6 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 1.375

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 42,6

Variação com relação a 2013 (%) 20,1

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 347,25

8º - ESPÍRITO SANTO - 42,2 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 1.640

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 42,2

Variação com relação a 2013 (%) -1,3

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 310,78

9º - BAHIA - 41,4 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 6.265

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 41,4

Variação com relação a 2013 (%) 3,4

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 226,73

10º - PARAÍBA - 38,4 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 1.513

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 38,4

Variação com relação a 2013 (%) -2,3

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 218,33

11º - PERNAMBUCO - 37,0 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 3.435

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 37,0

Variação com relação a 2013 (%) 10,1

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 235,44

12º- AMAPÁ - 35,6 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais - 2014 // 267

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes - 2014 // 35,6

Variação com relação a 2013 (%) 6,7

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 80,07

13º - RIO DE JANEIRO - 34,7 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 5.719

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 34,7

Variação com relação a 2013 (%) 6,3

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 468,85

14º - MARANHÃO - 32,2 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 2.204

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 32,2

Variação com relação a 2013 (%) 20,6

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 159,24

15º - RONDÔNIA - 30,9 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 540

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 30,9

Variação com relação a 2013 (%) 7,8

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 532,62

16º - ACRE - 26,8 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 212

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 26,8

Variação com relação a 2013 (%) -3,1

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 568,88

17º - AMAZONAS - 26,5 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 1.026

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 26,5

Variação com relação a 2013 (%) 2,4

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 350,15

18º - DISTRITO FEDERAL - 25,8 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 737

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 25,8

Variação com relação a 2013 (%) -3,0

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 284,46

19º - PARANÁ - 25,3 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 2.809

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 25,3

Variação com relação a 2013 (%) -3,0

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 226,28

20º - MATO GROSSO DO SUL - 24,4 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 639

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 24,4

Variação com relação a 2013 (%) 9,2

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 362,31

21º - TOCANTINS - 24,1 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 361

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 24,1

Variação com relação a 2013 (%) 11,8

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 389,47

22º - PIAUÍ - 22,9 MORTES EM 2014 A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 732

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 22,9

Variação com relação a 2013 (%) 32,4

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 18,48

23º - RIO GRANDE DO SUL - 22,2 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 2.483

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 22,2

Variação com relação a 2013 (%) 21,1

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 268,04

24º - MINAS GERAIS - 19,7 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 4.089

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 19,7

Variação com relação a 2013 (%) -4,2

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 486,02

25º - RORAIMA - 14,7 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 73

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 14,7

Variação com relação a 2013 (%) -33,0

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 491,55

26º - SANTA CATARINA - 13,8 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais - 2014 // 926

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 13,8

Variação com relação a 2013 (%) 10,3

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 293,37

27º - SÃO PAULO - 12,7 MORTES A CADA 100 MIL HABITANTES

Mortes Violentas Intencionais em 2014 // 5.612

Mortes Violentas Intencionais por 100 mil habitantes em 2014 // 12,7

Variação com relação a 2013 (%) 1,7

Despesas com segurança pública por habitante (em R$): 235,87

FONTE

50 Comentários

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Rio de Janeiro não é o primeiro?

Lógico que não, corpo encontrado na praia é morte por afogamento aspira você é legista por acaso? (sic. tive que aprimorar as palavras)

Para quem viu o filme fará sentido.

Belo artigo! continuar lendo

E o mais impressionante é que o gasto em segurança pública não é proporcional ao número de homicídios. continuar lendo

Nesse caso temos que nos perguntar se a prevenção primária é mais importante do que as outras duas, enfim, já não sei mais no que acreditar, estou quase acreditando que dentro de qualquer sociedade até nas melhores alguns indivíduos voluntariam-se ao crime. continuar lendo

Claro, Murilo.

O crime é inerente ao ser humano. Uma vez li ou ouvi algo do tipo:
Se colocarmos 1 milhão de reais em uma sala com uma câmera de videomonitoramento, 5% das pessoas vão pegar o dinheiro independentemente da câmera filmar ou não;
outros 5% não pegarão de maneira nenhuma;
e os outros 90% restante vão se preocupar se a câmera funciona. Se funcionar, não pega. Se não funcionar, pega. continuar lendo

Quando vi esse filme pela 1º vez, quase passei mal de tanto rir! continuar lendo

A matemática, donde foi tirada a estatística, oferece muitas possibilidades de análises. Podemos, por exemplo, comparar os dados relativamente à existência de policiais efetivamente em serviço de policiamento, ou com a quantidade de prisões realizadas, ou com a miséria, inclusive humana, a que as populações se encontram expostas, enfim, números precisam ter mais do que números e sim horizontes de avaliação. Neste nosso País sempre houve a violência, permitida. Era o feitor que matava os escravos de tantas surras, os maridos que espancam as esposas e filhos, os maus policiais que extorquem os bandidos e assim passam a ser nominados, os patrões que provocam o bullying com seus empregados, os governantes que oprimem o povo, enfim, a violência se traveste de várias formas e maneiras. Quando vieram com uma campanha, estranha por sinal e com argumentos pífios, que era necessário o desarmamento da população, deixou-se uma enorme brecha para que os bandidos dessem um passo adiante, pois que eles tinham agora a força. Quando retiraram policiais para atividades administrativas, ampliaram a brecha, já um largo vão, possibilitando que os bandidos fossem menos vigiados. Ao elaboram-se leis frouxas, com regramentos inimagináveis em países civilizados, como indultos, progressões de pena, abrandamento do tempo de reclusão e muito mais, inclusive de se ter a liberação de presos, apenados ou não, mesmo depois de grande quantidade de provas, abriu-se definitivamente as portas. O tráfico é muito melhor estruturado, inclusive com relação à logística, do que muitas empresas tidas como boas, ou mesmo o país. Traficar rende muito dinheiro. O lucro com os roubos é inimaginável. Por que não se dá autonomia da polícia, em confronto legítimo, e em legítima defesa poder matar um bandido sem que o policial seja preso? Isso é possível no maior país dito democrata do mundo, o EUA. Na Inglaterra, crianças são presas quando cometem crimes, e por aí vai. O crime cresce em velocidade decuplicada em relação à omissão, leniência ou conivência da autoridade constituída. Ao baixar-se a maioridade penal deu-se um passo adiante para possibilitar que menores de 14 anos possam matar livremente. Afinal, quanto custa uma vida humana? Talvez, nada! Principalmente para quem não tem nada a perder. continuar lendo

Falou tão bem que nem vou acrescentar nada para não estragar.
Com exceção da parte da redução da idade penal como forma de diminuir a criminalidade. continuar lendo

Excelente! Não conseguiria me expressar melhor! continuar lendo

Fiquei impressionado em ver que o Piauí gasta R$ 18,48/habitante em segurança pública, foi mero erro de digitação ou essa informação procede mesmo? continuar lendo

Ei, Rodrigo.

Por incrível que pareça, é isso msm.

Impressionante, né? continuar lendo

Sem surpresas até o momento. Não é necessário entrar em nenhum discurso, afinal a nação é exibida pelos seus números, as causas são sabidas e os culpados tem nome. Mas, para que mudar, está bom assim e o país, estados e municípios estão bem aparelhados por essa ou por outra corrente, cada uma com sua herança maldita e que tem em comum (in) competências distintas mas a origem comum: socialismo populóide, esquerda paranoide e uma suposta direita saudosa dos seus milagres econômicos tão consistentes e duradouros como os dos governos socialistas do PSDB e do PT. Enquanto isso os Boulos e Sakamotos da vida travestidos de senhores da grande moral cubana (mas vivem em segurança no Brasil, só por precaução) e o Delfim, mago milagreiro e amigo do Grão-Mestre de Cerimônias do Palácio da Alvorada com seus diagnósticos certeiros e inúteis. continuar lendo

Má administração pública, é essa a causa. continuar lendo